Arquivo para Strokes

#1525 – O vinil voltou e você pode fabricá-lo em casa

Posted in Indústria with tags , , , , on 29 de março de 2012 by Ricardo Somera

O vinil voltou a ser hype há poucos anos. Com o a invenção do formato MP3 e do iPod podemos ter hoje no bolso centenas de álbuns de várias banda de todo o mundo, de todas as épocas. Mas isso nos trouxe um probleminha: não escutamos direito nenhum álbum.

Antes quando alguém perguntava qual disco (CD) que você estava escutando naquela semana/mês você dizia: o último do Strokes, compre o “Millennium” do Bob Marley. rs

E foi nesse filão que as bandas/estúdios/selos “redescobriram” o vinil. O álbum de uma banda é uma obra de arte (nem todas as bandas, eu sei) e deve ser apreciada com paciência e pra quem gosta muito de música isso é um prazer. Por isso hoje qualquer banda, de The Black Keys (que vende muuuuito vinil) até mesmo a Pitty, já adotam esse formato quando vão lançar um novo trabalho.

Mas e quem quer ter sua própria “fábrica de vinil” em casa? Parece estranho, mas dois alemães inventaram essa máquina doméstica de fabricação das “bolachas”. É a “VINYLRECORDER T-560”, custa 4.230 dólares e dá pra compra aqui.

A única fábrica de vinil no Brasil é a Polysom. Olha que legal esse vídeo que mostra o processo de fabricação profissional dos discos.

Música do vídeo: Boss in Drama

#1545 – FestiVai: Lollapalooza Brasil 2012

Posted in Eletrônica, Evento, Indie, New Rave, Pop, Punk, Rap, Reggae, Rock, Rock Punk Cigano with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , on 17 de março de 2012 by Ricardo Somera

Tá fácil para a primeira edição do Lollapalooza Brasil levar o prêmio já em abril de “melhor festival brasileiro do ano“. Mesmo com probleminhas iniciais o festival tem tudo para ser o grande sucesso do ano.

50% da qualidade de um festival está no seu line-up, as vezes só trazendo uma banda – como foi o Planeta Terra ano passado com Strokes – já é garantia de sucesso, mas os caras apostaram forte e estão trazendo a principal banda dos EUA (mundo?), o Foo Fighters, e a principal banda inglesa (pra mim!), o Arctic Monkeys, para “encabeçar” o festival.

Mas existe os outros 50% que normalmente é onde muitos festivais pecam: organização. Pelo que estou acompanhando tudo está indo muito bem: orientação para todos irem de trem e metrô, line-up definido na apresentação do festival, venda de ingressos pós “pré-venda” tranquila, etc. Agora só falta ACONTECER o festival para termos a certeza de que tudo ocorrerá bem.

Se chover, tiver arrastões (como no Rock in Rio e SWU) e alguma banda faltar, é claro que vai rolar um mimimi nas redes sociais, mas quase sempre isso foge ao controle dos organizadores. Acho que esses problemas não ocorrerão.

O fim do show (23h) também está perfeito para o horário do transporte público que fecha à 1h no sábado e meia noite no domingo. Sério, não tem o que dar errado.

Abaixo vão as minhas dicas de programação para os dois dias de FESTA:

Sábado (INGRESSOS ESGOTADOS)


Chegar umas 14h30 pra reconhecer a área e ir sem pressa ver o Cage The Elephant (15h no Palco Butantã). Depois é hora de atravessar o Jockey pra ver O Rappa (16h no Palco Cidade Jardim) e encontrar a galera (pq provavelmente é essa hora que a todo mundo vai chegar). Ir ao show do Band of Horses (17h no Butantã) ver “qualé”. Até aí sem pressa, curtindo o sol, o dia lindo (#todosREZAM). No fim da tarde tem TV on The Radio (18h no Cidade Jardim), mas não sei se faço muita questão  (quero ver os caras no Jóia – festa da Área 51). Depois é hora de descansar, comer alguma coisa, tirar o tênis, se espreguiçar, fazer uma massagem (se vc estiver na área VIP) e aguardar o grande show da noite (DO ANO): Foo Fighters (20h30 no Palco Cidade Jardim).

No final: Se lamentar por ter perdido o Calvin Harris (21h30 na Tenda do Perry)

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Domingo (R$ 300 / R$150)


Pra mim o domingo é o melhor dia do festival. Se tivesse o Vampire Weekend seria o dia da “micareta indie” sem dúvidas, pois o dia começa cedo com o show animado e obrigatório – pra quem não for ao Beco na sexta – do Gogol Bordello (14h no Palco Butantã). Depois tem um momento “chill” com Thievery Corporation (15h no Cidade Jardim). Atravessa o Jockey pra ver o Friendly Fires (16h no Butantã) que vai fazer a galera mais uma vez “tirar o pé do chão”. Depois recomendo tirar o tempo pra comer, descansar e reencontrar a galera. Às 18h no Butantã tem o psicodélico e “talvez não tão legal ao vivo” MGMT apresentando seu último trabalho, Congratulations.

19h MOMENTO TENSO: Duas das principais “revelações” do ano passado vão tocar no mesmo horário: Foster The People e Skrillex. Indie ou Dubstep? A minha sugestão é: Foster The People, mas se você tiver uma graninha sobrando vá ver a banda na quinta feira no Cine Jóia e quando estiver no Lolla pode ir tranquilo para a Tenda do Perry ver o ex-emo Skrillex.

Hora de juntar todo mundo e correr pro show do Arctic Monkeys (21h30 no Palco Cidade Jardim).

Se lamentar por ter perdido o Foster The People ou Skrillex (“confronto” das 19h) e o show dos Racionais (20h45 na Tenda do Perry).

Preparados?

#1586 – Tão dizendo que é o “novo Strokes” e eu vou hoje ver se isso pode ser possível.

Posted in Indie, Rock with tags , on 26 de fevereiro de 2012 by Ricardo Somera

Hoje a banda indie mais falada dos últimos meses faz seu segundo show no Brasil. Howler, o tão falado “novo Strokes”, apresenta seus hits no Beco (São Paulo).

#1689 – Os três melhores shows do Planeta Terra (o festival, ok?)

Posted in Evento, Indie, Manguebeat, Rap, Rock with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , on 6 de novembro de 2011 by Ricardo Somera

Strokes

Foi um super presente pra todos que estavam no festival ver um show do Strokes quando o primeiro álbum da banda – This Is It – completa 10 anos. Se parar pra pensar os Strokes (junto com o White Stripes) que deram o pontapé inicial no que chamamos de indie rock. “Last Night” virou hit obrigatório em todas as festas e depois foi um sucesso atrás do outro.

Voltando ao show: até a quinta música fiquei muito lá na frente no meio da galera e além de não estar conseguindo ver nada o som tava muito ruim. Decidi sair do aperto, pegar uma cerveja e ver um pouco mais de trás. Perfeito! O som estava alto e perfeito pra quem ficou um pouco atrás e a visão era muito melhor. Um hit atrás do outro e uma gritaria só a cada final de música. Foi demais, muito bom mesmo, pra mim foi o show do ano.

1        O que era o Julian com aquele boné estilo Kanye West?

2        Brasileirada gritando: “Fabrízio, Fabrízio!”

3        “You Only Live Once” e “Under Cover of Darkness” viraram YOLO e UCOD no telão. Na hora eu não tava entendendo nada, mas li que copiaram o nome da setist dos caras…rs

Nação Zumbi

Pra mim entre todas aquelas bandas escaladas para o festival a Nação Zumbi era a que estava mais deslocada. Não são “novidade”, “indie” ou gringos. Mas quando entraram no palco mostraram que era uma banda muito melhor que muitas das que iriam se apresentar. Foi uma celebração! A versão de Umbabarauma (Jorge Ben) ficou sensacional e mesmo já tendo visto o show antes surpreendeu muito e se não tivesse o Strokes pra “atrapalhar” seria sem dúvida o melhor show do festival.

Achei meio babaca o Jorge Du Peixe criticar o festival por colocar a Nação pra tocar num horário onde o sol estava muito forte e o público estava prejudicado e blá blá blá. Que deselegante..rs. Achei o horário muito bom e o clima tava a cara da banda: quente.

Criolo

Eu sou suspeito pra falar do show do Criolo. Curto muito o cara, o novo álbum e também o show. Recentemente vi no Inferno, mas a apresentação era sem banda (MC+DJ). Dessa vez teve Curumin na bateria, Daniel Ganjaman no teclado e uma ótima surpresa: Rodrigo Campos no cavaquinho (sou fã!). Ótima pedida para abrir o festival já que o Criolo está “na crista da onda”. Legal ele ter tocado” Cerol” e “Vasilhame” (músicas que não estão no álbum), mas faltou “Demorô”. Ta de parabéns!

Demais bandas:

Era tarde, tava com fome, não queria ver Interpol e depois de uma fila de 20 minutos pra comprar o lanche me arrisquei ir ver Goldfrapp. A vocalista parecia a Madonna, mas sem ter feito chapinha. rs O som não era dos melhores, mas com o passar do tempo foi ficando bom, até virar uma baladinha. Sem querer vi o show inteiro, foi um tempo que tinha tirado pra descansar, mas até dei uma dançadinha. Antes tinha visto o White Lies que abriu o show com o hit “Farewell To The Fairground” e pra mim o show começou e acabou por ali, talvez por ser a única música que conheço e gosto. Muito depressivo, pau mole, sei lá. Fui sentar e fiquei bebendo e batendo papo e pensando: que gringaiada idiota. O maio calor e os caras com calça e camisa abotoada até o pescoço.

Dei uma olhada no Broken Social Scene e achei chato. A banda gringa que mais me surpreendeu foi Beady Eye. Fui para a área do Main Stage pra descansar os pés pro Strokes e gostei do que vi. O Lian parecia simpático, as músicas as vezes me lembrava Oasis e as vezes Beatles (pq será? rs). Nada demais, mas me surpreendeu muito!

As demais bandas não tive tempo ou saco pra ver. Que venha o Planeta Terra 2012.

#1690 – Planeta Strokes Festival (ou First Impressions Of Planet Earth)

Posted in Eletrônica, Evento, Experimental, Indie, Música Brasileira, Rock with tags , , , , , , , , , , , , , on 6 de novembro de 2011 by Ricardo Somera

Voltando de mais um Planeta Terra Festival dá para afirmar: é o festival brasileiro mais bem organizado, quase perfeito. Sem dúvida é o maior festival indie do país, mas esse ano o line-up ficou um pouco a desejar. Com Strokes e Beady Eye (ex-Oasis) como headliners do festival e ingressos esgotados em poucas horas parece que a seleção das demais bandas realmente ficou para escanteio.

Panorama geral dos shows

Shows que vi: Strokes, Nação Zumbi, Criolo, Goldfrapp e White Lies (ordem de importância).

Shows que vi em partes: Broken Social Scene (chato!), Beady Eye (me surpreendeu muito, mas ví sentado) e Groove Armada (indiferente).

Shows que passei perto do palco, mas nem prestei atenção: The Name, Garotas Suecas, Gang Gang Dance, Toro y Moi. “Vi” esses show quando estava de passagem para ir na Looping Star…rs

Nem vi: Interpol (não curto e evitei) e Bombay Bicycle Club (bem no meio dos dois principais shows).

Com certeza esse era o festival Planeta Strokes. As camisetas de banda eram do Strokes, em todos os brinquedos e nos stands dos patrocinadores tocavam Strokes, todo mundo ficava contando as horas para o show do Strokes e quando os nova-iorquinos saíram do palco apenas umas 3 mil pessoas (pra menos) permaneceram no Playcenter para ver o Groove Armada no Palco Indie.

Mesmo o lineup desse ano ficar devendo aos anos anteriores valeu muito a pena e com certeza já é o festival do ano, por causa dos Strokes…rs.

#1700 – Cinco shows imperdíveis no Planeta Terra Festival 2011

Posted in Eletrônica, Indie, Rap, Rock with tags , , , , on 20 de outubro de 2011 by Ricardo Somera

Palco Sonora Main Stage
16h – Criolo

19h – White Lies

20h30 – Broken Social Scene

01h30 – The Strokes

Palco Claro Indie Stage
2h15 – Groove Armada

Aguardando ansiosamente o substituto de Peter, Björn and John.

#1701 – Você ainda tem chances de ir ao Planeta Terra Festival 2011

Posted in Evento, Indie, Rock with tags , , , , on 19 de outubro de 2011 by Ricardo Somera

Você que quer muito ir ao Planeta Terra Festival 2011 e não conseguiu comprar ingresso nas primeiras 14 horas? Ainda dá pra tentar a sorte nas promos abaixo que selecionei.
Algumas ainda dão ingressos VIPs.

Os Merecedores (51 Ice) 10 ingressos para a pista e 8 VIPs

Esse é o melhor concurso para ganhar ingresso para ver Criolo, Nação Zumbi e White Lies. Você precisa curtir a página de 51 Ice, indicar um amigo que merece ganhar o ingresso e pedir para seus amigos votar em você. São 8 VIPs e mais 10 pista. Como você ficou sabendo pelo meu blog vota em mim lá…

Decibel (Azzaro) 9 ingressos para a pista e 1 VIP + perfume assinado pelo Julian Casablancas (Strokes)

O perfume que tem Julian Casablancas (Strokes) como garoto propaganda além de premiar com ingresso para o festival ainda dá um perfume autografado pelo cara. Basta responder: “O que você faria para ir ao Planeta Terra e ganhar um perfume autografado pelo Julian Casablancas?” Aí é esperar e ver se você é um dos sortudos.

Dupla Sensação (Close-Up) 12 ingressos (agora só faltam 4)

De todas essa é a promo mais tosca. Os primeiros 8 vencedores fizeram respostas ridículas, sem nenhuma criatividade, ou seja, vale a pena tentar, mas a decisão é feita aleatoriamente. Não há critérios explícitos. Basta escrever duas sensações que aparentemente não tem nada a ver com a outra. Dá uma olhada nas últimas respostas que ganharam: Alone + Together (em referência à música do The Strokes), Bebedeira + Câmera fotográfica, Teoria + Prática, Celular + Banheiro. Tosco, mas não custa tentar.