Arquivo para Kanye West

#1685 – SWU ainda tem que comer muito feijão com arroz (organico!) pra ser um ótimo festival.

Posted in Dub, Eletrônica, Evento, Pop, Rap, Reggae with tags , , , , , , , , on 13 de novembro de 2011 by Ricardo Somera

Que o festival SWU é gigantesco não há como negar, mas ainda vai ter que comer muito arroz e feijão pra ser um ótimo festival. E vai ter que ralar muito para ser uma referência em sustentabilidade.

Chegamos em Paulínea tranquilamente próximo das 15h. O estacionamento virou o ponto de encontro e o esquenta dos shows. Entre o estacionamento e a entrada do festival muito lixo e nenhuma lixeira. Dentro do parque muito lixo espalhado pelo chão, lixeiras lotadas e nenhuma pessoas fazendo a limpeza ou recolhimento desse material. O banheiro masculino não tinha luz e não tinha ninguém do festival responsável por limpar e organizar o lugar e os bebados e outros sem noção começaram a urinar já nas paredes de entrada do banheiro (pô, e a coletividade pessoal?).


Foi um dia quente com atrações mornas. Chegamos para o show do SoJA e mesmo não conhecendo tanto os trabalho dos caras achei o show na medida e o melhor do primeiro dia. Simpatia e bom humor da banda fez a galera se inspirar e pirar. Conquistou o público quando foi projetado nos telões o nome da banda em uma bandeira do Brasil.

foto da Julia M.

Solzão deu uma trégua e a brisa que tava no lugar fez o clima ficar muito bom.

Depois veio só o já esperado: D2 dublando, Damian Marley conquistando a galera com a músicas do pai, Kanye West mostrando que é o rei do Auto Tune e o Black Eyed Peas e a farofada de sempre que deu pra dar uma pulada entre uma soneca e outra.
Não vi o Snoop Dog que disseram que tocou até o pagode “A minha fantasiaaaaa….”. Essa hora fui na tenda eletrônica ver o James Murphy e cheguei lá e quem tava tocando? O Marky. Fazia uma era que não escutava um Drum’n Bass e o fim da apresentação foi muito legal. James M. entrou nas picapes num desanimo só e o show só foi melhorar depois de uns 20 minutinhos. Nada demais. #VoltaLCDSoundsystem

Pra ser um ótimo festival de sustentabilidade o SWU de 2012 deve melhorar na escolha das atrações (prioridade!), incentivar as pessoas a levarem suas próprias garrafinhas de água e espalhar bebedouros pelo parque (água a R$5 não dá, né?), treinar melhor as pessoas que trabalham no festival (um dos vendedores de cerevja queria me cobrar R$20 por uma latinha!), melhoria nos banheiros, não apenas quantidade, mas limpeza. Sem contar sobre a coleta dos lixos das lixeiras e do chão.

Mas claro que tiveram pontos fortes como os “bares ambulantes” com chopp, solzão muito bom, lugar gigante que facilitou a circulação das pessoas (mas cansou as pernas…rs) e a ausencia de fila para entrar, estacionar e ir aos banheiros.

Aguardo ansiosamente o festival do ano que vem e suas melhorias. Ah, distribuir a programação com mapa do evento na entrada do festival também ajuda a ter uma boa experiência. #vamoquevamo

#1686 – Um sábado para salvar o SWU 2011

Posted in Dub, Eletrônica, Evento, Pop, Rap, Reggae, Rock with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 10 de novembro de 2011 by Ricardo Somera

Depois de trazer na primeiara edição Queens of the Sone Age, Rage Against the Machine, Pixies, Kings of Leon, Sublime, entre tantas outras boas bandas, a segunda edição só tem um sábado pra “parear” com 2010. Dia 12 será o primeiro dia do festival de música e discussões sobre sustentabilidade e parece que acaba por alí. O lineup está muito bom, mas como qualquer festival tem banda legal tocando no mesmo horário que outra banda muito boa.

Se desse pra ver tudo no sábado eu escolheria os artistas abaixo:

SoJA

(Energia ou Consciencia às 16h55) e hoje (10) em Porto Alegre -RS

Com certeza é a banda que mais me interessa em todo o festival. O SoJA (Soldies of Jah Army) é uma das melhores bandas de dub reggae da atualidade. Som gostoso pra pular e também pra relaxar. Será uma coisa linda de se ver.

Matt and Kim

(New Stage às 17h15)

Essa banda de duas pessoas já tocou no festival indie Popload Gig e tem musicas pra fazer “us andergraudi” pular. Gosto dos clipes deles e ao vivo deve ser muito mais divertido. São figurinhas carimbadas nos festivais de verão do hemisfério norte e se der tempo de sair após o show do SoJA e andar até o New Stage..eu vou!

Damian “Jr. Gong” Marley

(Energia ou Consciencia às 19h20)

Ele é filho do Bob Marley e pra mim não precisa de mais. Tá no sangue.

Snoop Dog

(Energia ou Consciencia às 20h25) e amanhã (11) em Floripa – SC

Não sou fã do Snoop Dog, não conheço muito suas músicas, mas acho que um show no Brasil de um dos maiores cannabilistas do mundo será no mínimo divertido. Acho que irá me supreender, mas se tiver chato vou dar uma volta nos outros palcos.

James Murphy

(Heineken GreenSpace às 20h30) e amanhã (11) na inauguração do Cine Jóia (não confirmado)

Frontman da melhor nada de eletrorock que eu conheço (o LCD Soundsystem), dono de selo cool (o DFA Records do Hot Chip, The Rapture e do próprio LCD Soundsystem) e um dos grandes produtores musicais do mundo. É pouco? Então escuta aí…

Kanye West

(Energia ou Consciencia  às 21h30)

Dos artistas que gosto o Kanye West é a grande estrela da noite (se pá do festival). Não escutei o novo álbum com o Jay-Z, mas o álbum Graduation é foda demais. Promete ser um puta showzaço se ele não resolver dublar como no TIM Festival (do Ibirapuera). “Há boatos…”

Ainda tem Emicida, Copacabana Club, Tiga, Database, D2 e Odd Future Wolf Gang Kill Them All, do  rapper Tyler, The Creator.

Ainda não comprei…mas vou!

#1689 – Os três melhores shows do Planeta Terra (o festival, ok?)

Posted in Evento, Indie, Manguebeat, Rap, Rock with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , on 6 de novembro de 2011 by Ricardo Somera

Strokes

Foi um super presente pra todos que estavam no festival ver um show do Strokes quando o primeiro álbum da banda – This Is It – completa 10 anos. Se parar pra pensar os Strokes (junto com o White Stripes) que deram o pontapé inicial no que chamamos de indie rock. “Last Night” virou hit obrigatório em todas as festas e depois foi um sucesso atrás do outro.

Voltando ao show: até a quinta música fiquei muito lá na frente no meio da galera e além de não estar conseguindo ver nada o som tava muito ruim. Decidi sair do aperto, pegar uma cerveja e ver um pouco mais de trás. Perfeito! O som estava alto e perfeito pra quem ficou um pouco atrás e a visão era muito melhor. Um hit atrás do outro e uma gritaria só a cada final de música. Foi demais, muito bom mesmo, pra mim foi o show do ano.

1        O que era o Julian com aquele boné estilo Kanye West?

2        Brasileirada gritando: “Fabrízio, Fabrízio!”

3        “You Only Live Once” e “Under Cover of Darkness” viraram YOLO e UCOD no telão. Na hora eu não tava entendendo nada, mas li que copiaram o nome da setist dos caras…rs

Nação Zumbi

Pra mim entre todas aquelas bandas escaladas para o festival a Nação Zumbi era a que estava mais deslocada. Não são “novidade”, “indie” ou gringos. Mas quando entraram no palco mostraram que era uma banda muito melhor que muitas das que iriam se apresentar. Foi uma celebração! A versão de Umbabarauma (Jorge Ben) ficou sensacional e mesmo já tendo visto o show antes surpreendeu muito e se não tivesse o Strokes pra “atrapalhar” seria sem dúvida o melhor show do festival.

Achei meio babaca o Jorge Du Peixe criticar o festival por colocar a Nação pra tocar num horário onde o sol estava muito forte e o público estava prejudicado e blá blá blá. Que deselegante..rs. Achei o horário muito bom e o clima tava a cara da banda: quente.

Criolo

Eu sou suspeito pra falar do show do Criolo. Curto muito o cara, o novo álbum e também o show. Recentemente vi no Inferno, mas a apresentação era sem banda (MC+DJ). Dessa vez teve Curumin na bateria, Daniel Ganjaman no teclado e uma ótima surpresa: Rodrigo Campos no cavaquinho (sou fã!). Ótima pedida para abrir o festival já que o Criolo está “na crista da onda”. Legal ele ter tocado” Cerol” e “Vasilhame” (músicas que não estão no álbum), mas faltou “Demorô”. Ta de parabéns!

Demais bandas:

Era tarde, tava com fome, não queria ver Interpol e depois de uma fila de 20 minutos pra comprar o lanche me arrisquei ir ver Goldfrapp. A vocalista parecia a Madonna, mas sem ter feito chapinha. rs O som não era dos melhores, mas com o passar do tempo foi ficando bom, até virar uma baladinha. Sem querer vi o show inteiro, foi um tempo que tinha tirado pra descansar, mas até dei uma dançadinha. Antes tinha visto o White Lies que abriu o show com o hit “Farewell To The Fairground” e pra mim o show começou e acabou por ali, talvez por ser a única música que conheço e gosto. Muito depressivo, pau mole, sei lá. Fui sentar e fiquei bebendo e batendo papo e pensando: que gringaiada idiota. O maio calor e os caras com calça e camisa abotoada até o pescoço.

Dei uma olhada no Broken Social Scene e achei chato. A banda gringa que mais me surpreendeu foi Beady Eye. Fui para a área do Main Stage pra descansar os pés pro Strokes e gostei do que vi. O Lian parecia simpático, as músicas as vezes me lembrava Oasis e as vezes Beatles (pq será? rs). Nada demais, mas me surpreendeu muito!

As demais bandas não tive tempo ou saco pra ver. Que venha o Planeta Terra 2012.

#1913 – Tá na hora do Festival “Vivo ao Vivo”

Posted in Groove, Indie, New Rave, Pop, Rap, Remix, Rock, Rock Punk Cigano with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 5 de março de 2009 by Ricardo Somera

Ontem a TIM anunciou o fim do Prêmio Tim de Música e o TIM Festival.

Sinceramente acho esses prêmios pra músicos, atores e artistas em geral um saco. Todo mundo sabe que é uma rasgação de seda concentrada em um dia e o abandono por parte do patrocinador durante o ano. Acho que o Prêmio TIM de Música deveria ser feito uma seleção de bons artistas do ano e a TIM patrocinaria a tour por todo o Brasil. 

Seria legal ver o Yamandu Costa /Maria Bethânia / Nelson Freire em uma turnê passando por todos os estados onde a companhia opera. Não adianta dar um troféu de plástico para o artista, ele quer mostrar sua arte e o público quer ter oportunidade de ver o ídolo.

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Já o TIM Festival é algo que eu não vou sentir muita falta, mas era um festival aguardado o ano todo.

Eu só fui em um TIM realmente descente e foi em Curitiba (2006). Cheguei um pouquinho atrasado e não peguei o show do Nação Zumbi. Após pagar R$ 20 com um cambista em frente a Pedreira (o valor da meia era R$ 30 se não me engano) entrei no meio do show da Patti Smith

O legal de verdade desse festival foi que eu tinha acabado de me mudar pra SP e encontrei todos meus amigos e conhecidos no festival. Depois de muito alcool entrou no palco Karen O (Yeah Yeah Yeahs) – mais conhecida como “a largatixa de lantejouas” – gritando, pulando e cantando os hits na época “Y Control” e “Pin”. Pra fechar a noite eu já estava pirando master com tudo aquilo e ainda com o cenário maravilhoso que é a Pedreira Paulo Leminski entra no palco os rapper brancos do Beastie Boys fazendo todo mundo pular e pirar com Intergalactic, Body Movin´e Sabotage. 

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Em 2007 a seleção estava incrível. Comprei nos primeiros dias o ingresso pra ver Arctic Monkeys, The Killers, Bjork, Juliette and The Licks, Spank Rock e Hot Chip. Com um elenco desses a expectativa foi as alturas. Fui sozinho, era domingo, calor e já na fila encontrei a Gi Bedendo e uma galerinha de Londrina. Passei muita raiva e emoção nesse dia.

Posts que escrevi na época: O começo e o Spank Rock , Hot and WeirdLábios SecosGet on your dancing shoes, enjoy and relax, Os MatadoresCapitalizando o TIM Festival.

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Em 2008 não são necessários comentários como “R$ 250 pra o show do Kanye West” + “Gossip e Paul Weller cancelados” + “Marcelo Camelo por R$ 150″ + tenda vazia!

Mas fui no melhor show do ano passado: Gogol Bordello.

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Erros catástróficos em 2007, preços exorbitantes em 2008, cancelamento dos show em Curitiba, Planeta Terra com duas super edições… Pra mim estava anunciado o fim do TIM  há algum tempo.

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Ah, eu não fui no “SUPER TIM FESTIVAL” com Strokes, Arcade Fire, M.I.A., Kings of Leon, Dizzee Rascal, De La Soul, Wilco, Kings of Convenience, etc.

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Pra justificar o título do post: Bem que a Vivo poderia assumir essa vaga e trazer -> Hercules and Love Affair, Beirut, Franz Ferdinand, CSS, Glasvegas e Last Shadow Puppets!

É…eu aceitaria e JURO que mudaria de operadora (hehehe…)

#1957 – Empurrando o Noel, Little Joy Brazilian Tour, mudando de nome por causa dos sapatos e Foo Fighters no Brasil!

Posted in Glam Rock, Indie, Pop, Rap, Rock with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 27 de janeiro de 2009 by Ricardo Somera

O canadense sem noção que agrediu (EMPURROU!) o “quase beatle” Noel Gallagher pode pegar 14 anos de prisão. A princípio o caso foi considerado uma agressão leve, cuja pena não passa de quatro anos. Mas como ele não agrediu o vizinho e sim um Oasis, a Justiça canadense alterou o processo, considerando o episódio uma agressão grave, o que aumenta o tempo de reclusão para até 14 anos.

Em razão dos ferimentos o Oasis precisou cancelar alguns shows de divulgação do último álbum do grupo, “Dig Out Your Soul”.

Confira a cena do show em Toronto.

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O Placebo, a banda que não deixou o glam rock morrer, irá lançar seu sexto álbum em junho desse ano. Agora com novo baterista (Steve Forrest) e produzido por David Bottrill (que já trabalhou com o Muse). 

O Placebo já esteve no Brasil em 2005 (Claro Que É Rock) e 2007 no Credicard Hall (SP).

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Kanye West muda de nome!

O rapper Kanye West pegou a doença do Prince (que em 1993 mudou seu nome para um símbolo impronunciável, que junta os símbolos masculino e feminino e acabou autodenominado-se “O Artista”). KW afirmou que não quer mais ser chamado pelo nome que todos conhecem. West declarou que quer ser chamado de Martin Louis The King Jr.

A mudança é uma divulgação da sua nova linha de calçados da Louis Vuitton, nas lojas desde a semana passada. “Quando os sapatos vermelhos chegaram às ruas, eu fui obrigado a mudar meu nome para Martin Louis The King Jr. Me chamem assim”.

Os sapatos vermelhos de Kanye West foram apresentados pela Louis Vuitton na semana de moda de Paris no último dia 22.

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FASHION ROCKS NO BRASIL COM FOO FIGHTERS E BEYONCÉ – Vai vendo. Os bastidores da moda estão em polvorosa (ui!) com a notícia de um evento que está tomando forma para acontecer no Rio de Janeiro, dia primeiro de maio. É o Fashion Rocks Brasil, que aconteceria no Forte de Copacabana, bancado por cinco marcas internacionais e três nacionais. O esquema é o de eventos do tipo que acontecem no exterior: um show, um desfile grande, durante um dia inteiro. Apesar do “rock” do título, mais no adjetivo que no substantivo (what), as atrações que já estão na fase de assinatura do contrato seriam a musa Beyoncé, a cantora Shakira e o megaprodutor Timbaland. O Foo Fighters, do nosso Dave Grohl, viria para capitanear o evento e justificar o “rock” deste Fashion Rocks.

texto tirado do blog do Lúcio Ribeiro

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Pra não esquecer…

HOJE COMEÇA A TOUR DO LITTLE JOY NO BRASIL!

27/01 – Porto Alegre – Bar Opinião
28/01 – São Paulo – Clash Club – Esgotado
29/01 – São Paulo – Clash Club – Esgotado
30/01 – Belo Horizonte – Freegells Hall
31/01 – Braíslia – Espaço Brasil Telecom
04/02 – Curitiba – John Bull Music Hall
05/02 – São Paulo – Clash Club
06/02 – Rio de Janeiro – Circo Voador